sábado, 17 de julho de 2021

 



Destellones o Alumbrones

 

Por H. James Kutscka 

 

Com um humor somente possível a alguém que escapou do nefasto regime cubano e vive já há muitos anos no “inferno capitalista”, um amigo uma vez me disse:

- Em Cuba no hay apagones, hay alumbrones!

A falta de luz na ilha é uma realidade constante como na Coréia do Norte.

Vista do espaço, Cuba se confunde com a escuridão da noite de onde de vez em quando sai um “destello” que dura alguns segundos como um flash disparado da superfície do planeta.

Raras vezes o “alumbron” dura por alguns minutos mostrando durante a noite que existe uma ilha habitada acima da Jamaica na entrada do Golfo do México, onde depois das luzes de Cancún é só escuridão até a Republica Dominicana e Porto Rico (o Haiti se confunde com a Republica Dominicana pois está na mesma ilha na parte mais escura).

A iluminação (em todos os sentidos possíveis da palavra) no entanto, é apenas parte do problema, falta de tudo na ilha da fantasia dos Castro: alimentos, hospitais e principalmente o mais precioso dos bens: liberdade.

Pois bem, parece que a paciência do povo finalmente esgotou.

Cuba está em ebulição, o que nos leva à curiosa conclusão de que: a capacidade do saco do ser humano aguentar  humilhação  quando exposto a regimes ditos socialistas, comunistas ou progressistas é de aproximadamente três gerações, ou qualquer coisa entre sessenta e setenta anos, isso levando-se em consideração o acontecido na extinta Uniâo das Republicas Socialistas Soviéticas e China.

Quem está nas ruas em Cuba de saco cheio são os jovens, até mesmo porque as pessoas que por um ou outro motivo se submeteram ao regime por seis décadas, ou já morreram ou estão em vias de, justamente na ilha da propalada medicina milagrosa de onde o Brasil progressista importava médicos.

Enquanto isso, em Brasília, em frente à embaixada de Cuba, PT, MST, PSOL, PC do B e outros iluminados pertencentes à ‘turma do ódio do bem” com bandeiras e cartazes de apoio ao ditador cubano de plantão Miguel Diaz-Canel (que sentou no pepino enquanto Raul Castro e outros nomes da alta “Nomenklatura caribeña”. se escafediam para a Venezuela ou Espanha, ainda não se sabe com certeza) se posicionavam alegremente contra a revolta dos cubanos de barriga vazia e saco cheio na suspeita ilha dos prazeres de alguns supremos urubus, segundo vídeos supostamente em poder do chantagista “Daniel” (aquele que ameaça voltar ao poder não necessariamente através de eleições).

Recente pesquisa na Inglaterra mostra que dois terços da juventude britânica apoia o socialismo, nome mais palatável “ pour la même merde”  (em francês  porque meus leitores já sabem...).

Creio eu se fizéssemos uma pesquisa por aqui o resultado seria muito parecido

Fernando Henrique “o seboso” trouxe para o alegre Patropi  a doutrina de Gramsci , plantou a semente do mal em nosso ensino com apoio da cartilha de Paulo Freire e toda uma legião de professores “progressistas” servis,  regou diligentemente durante décadas para hoje colher os frutos:  Uma juventude imbecilizada  que pelos exemplos que vemos, necessitará de pelo menos sessenta anos  de atraso, fome, doenças, mortes  e repressão para cair na real.

Antes de mais nada devemos conceituar a palavra conservador que a maioria ignara entende como um ser retrógrado. 

O conceito de conservador muito bem o define Dr Antônio José Ribas Paiva:

Conservador é o cavaleiro do futuro, aquele que tal um Cruzado, preserva a obra da humanidade para viver bem no presente enquanto constrói bases sólidas para o futuro. Entendendo isso, cabe a nós unirmo-nos para resistir à tentativa incansável da esquerda em nos escravizar e preservarmos nossa liberdade agora, ou começarmos a aprender a fazer velas pois a escuridão virá a galope, até porque gasolina para vir de carro não haverá.

Por falar em gasolina, circulam rumores que tropas cubanas lotadas na Venezuela para garantir Maduro, (que há muito está maduro) estariam voltando para Cuba para ajudar na repressão.

Chévere! (os venezuelanos me entenderão).

Chegou a hora do povo venezuelano se levantar e provar que não é preciso mais de meio século de tortura para descobrir que o rei está nu.

sábado, 10 de julho de 2021











Só a Sísifo cabe não sífu!

 

Por: H. James Kutscka

 

Os gregos eram excelentes contadores de histórias e criadores de mitos.

Na semana que passou, assisti a Alexandre Garcia no seu programa do You Tube “de Brasília” comparar as incessantes e insanas tentativas da CPI circense de seja como for inculpar Bolsonaro em algum episódio espúrio relativo à “fraudemia” que possa colocá-lo como agente das mortes causadas pelo “organismo acelular proveniente daquele laboratório no oriente” a palavra  com “v” assim como o nome do país  do qual é proveniente não pode ser mais usada na nova liberdade de opinião, pois poderia ofender o embaixador de tal país e esse texto seria expurgado das redes.

Alexandre (o Garcia é claro), brilhantemente nos recordou da fábula de Esopo “O lobo e o cordeiro” onde um cordeiro que bebia água rio abaixo em uma colina é interpelado pelo lobo que vinha beber rio acima.

O lobo alegava que o cordeiro estaria sujando sua água e por mais que o cordeiro explicasse o “nonsense” da acusação, o lobo sempre encontrava uma maneira de pôr-lhe algum tipo de culpa, de forma a que ele tivesse de aceitar uma imputação inexistente pela qual o castigo seria ser devorado pelo acusador.

O exemplo foi perfeito e como através de parábolas e analogias (já as utilizava Jesus Cristo) parece que o povo entende melhor, me dei o direito de utilizar um mito grego para repetir o mesmo que já havia esclarecido Garcia, quem sabe assim, batendo na mesma tecla incansavelmente, possamos deixar visível a farsa.

Para aqueles que nunca ouviram falar dele, permitam-me apresenta-lo: Sísifo.

Segundo a mitologia grega, Sísifo era filho do rei Eolo da Tessália considerado mestre da malícia e da felicidade que acabou entrando para a história, pelos deuses terem se sentido ofendidos por ele (qualquer semelhança com um atual governante cujos atuais Supremos Deuses se considerem ofendidos por seus atos terá sido mera coincidência).

Pois bem, incomodado por suas atitudes, Zeus teria mandado Tânatos (a morte) busca-lo, porém Sísifo ao se deparar com ela, passou a elogiar sua beleza e presenteou-a com um colar que na verdade era uma coleira com a qual a dominou e durante um longo tempo ninguém mais morreu.

Essa ausência de mortes irritou Hades (o deus do pós-vida) que parou de receber mortos para aumentar seu reinado e Ares (o deus da guerra) que evidentemente precisava causar mortes para atingir seus objetivos.

Hades então libertou Tânatos que matou Sísifo, mas como ele havia avisado sua mulher para não enterrar seu corpo, por algum tipo de magia mítica, escapou novamente das garras da morte.

A quem interessar possa: Sísifu acabou morrendo de velho.

Já com sua alma no Tártaro, domínio incontestável de Hades, foi condenado a rolar uma enorme pedra de mármore pela encosta de uma montanha até seu cume, sendo que sempre que estava prestes a alcançá-lo, a pedra rolava costa abaixo, e assim o castigo deveria seguir por toda eternidade.  

Cabe ao querido leitor ou leitora notar as coincidências com o que se passa atualmente em Pindorama.

O homem escapou da morte, foi eleito e vem arrastando pedra morro acima a quase dois anos e meio. Segundo seu vice presidente em recente entrevista, partidos da oposição (leia-se esquerda) entraram no STF com 83 ações contra decisões do Governo Federal ou do Congresso tratando de fazer a pedra voltar ao sopé da montanha.

A maioria dos deuses conspira contra o voto auditável nas mágicas urnas venezuelanas.

Nesse ponto cabe cinco recados desse humilde escriba ao nosso Sísifo favorito:

Primeiro: O altar dos atuais deuses que o tentam escravizar é de barro, são cupinchas dos saqueadores do templo. Em vez de ficar rolando inutilmente essa pedra em obediência a um código de leis criado em 1988 por “santos do pau ôco” para ser usado em benefício próprio, use-a de forma mais prática e faça um “strike” divino na Corte

Segundo: Nenhum Deus verdadeiro parece estar com disposição de acabar com seus inimigos. Somos somente nós e o senhor, quanto mais demoramos a tomar uma atitude mais eles, os inimigos, se fortalecem

Terceiro: O senhor foi por nós investido do cargo e do poder para acabar com a zona que se estabeleceu no país e já foi autorizado pelos que o elegeram para tanto. Tenha claro que o povo não aceita a atual usurpação do poder ao senhor entregue. 

Quarto: Utilizando as sabias palavras de D. João VI:- Põe a coroa sobre tua cabeça antes que um aventureiro o faça.

Quinto: Acredite, somente Sísifo pode evitar de sífu.


sábado, 3 de julho de 2021

 












Método Romanov

Por: H. James Kutscka

 

Antes de mais nada devo declarar que não nutro nenhuma espécie de admiração por títulos monárquicos. Em se tratando de reis e rainhas, somente reconheço com algum respeito os do baralho, ainda assim quando se juntam em uma mão de pôquer, em qualquer outra ocasião sou republicano, embora reconheça os sofismas inerentes ao sistema. 

Entretanto nesse artigo, devo me referir a acontecimentos ligados à realeza ocorridos aproximadamente às 2:30 h da madrugada de 17 de julho de 1918 em Ekaterinburg na região oriental dos Urais na Rússia.

Nicolau II que menos de um mês após a revolução de fevereiro de 1917, abdicara do trono em favor de seu irmão o grão duque Miguel Romanov (que espertamente agradeceu e declinou da honra) era um problema  para  os bolcheviques liderados por Lenin,  que em outubro do mesmo ano, tomaram definitivamente o poder e mantinham ele, sua família e alguns serviçais mais fiéis que os acompanharam em cativeiro

O ex Czar e sua família eram uma pedra no sapato diplomático do novo governo que prometia leva-los a um julgamento público ou autorizar sua saída da Rússia caso algum país se dispusesse a dar-lhes abrigo.

Diante da indiferença de seus parentes de sangue azul na Alemanha e Inglaterra, que se faziam de desentendidos ao receber pedidos de asilo e de diplomatas pisando em ovos por conta das alianças forjadas pelas necessidades impostas pela Primeira Guerra Mundial em curso,  os sete componentes da família  e agregados, eram levados  escondidos de um lado para outro da Rússia, como uma  verdade inconveniente.

A peregrinação acabou quase um ano depois, com a ordem (nunca direta), de Lenin através de seu cupincha Alexander Belobodarov transmitida por telegrama de Moscou com a palavra código: “aniquilação”.

Desse momento em diante, no melhor estilo da esquerda, a chacina começou a ser “organizada” pelo responsável pelos prisioneiros da Casa Ipatiev em Ekatarinburg, o agente da polícia secreta bolchevique (Cheka) Iakov Mikhailovich Yurovsky.

Ele escolheu onze homens para executarem a ordem de Lenim, um para cada prisioneiro: os sete da família real e mais quatro acompanhantes, entre eles o Dr. Ievguéni Botkin que tratava da Czarina Alexandra e do czarévitch Alexei.  

Levados a uma sala no porão da casa Ipatiev medindo 7,5m por 6,5 m com teto abobadado (que teoricamente abafaria o som dos tiros) com a desculpa de que com o avanço das tropas Tchecoslovacas que estavam já às portas da cidade, seriam realocados para um lugar mais  seguro, foram sem nenhuma resistência, levando seus poucos pertences e algumas joias costuradas no forro de suas roupas o que em alguns casos acabou funcionando como colete à prova de balas, que não salvou ninguém apenas prolongou o sofrimento.

Quando todos estavam dentro da sala sem janelas, Yurovsky com seus comandados ocupou a única saída, adiantou-se para ficar cara a cara com Nicolau e leu a seguinte nota:

“Em vista do fato de que seus parentes europeus continuam a atacar a Rússia Soviética a diretoria do Soviete Regional dos Urais, decidiu que vocês devem ser mortos”...

Espantado com o fato inesperado, Nicolau teria dito:  - Não estou entendendo, leia de novo.

Sem lhe dar atenção, Yurovsky prosseguiu com o teatro: ... “em razão do fato de os tchecoslovacos estarem ameaçando a Capital Vermelha nos Montes Urais – Ekatarinburg- e porque o “carrasco coroado” (se referia a Nicolau II) talvez escape da Corte do Povo, a diretoria do Soviete Regional atendendo à vontade da Revolução, decretou que o Czar Nicolau Romanov culpado de incontáveis crimes sangrentos contra o povo, deve ser morto”

Deu um passo à frente e disparou um tiro a queima roupa no peito de Nicolau o que provocou um frenesi de disparos no pequeno ambiente.

Mais de setenta tiros foram disparados na ânsia de mostrar serviço, pelos sete comandados de Yurosvsky (já que quatro à ultima hora desistiram de participar do massacre).  Como sete das armas eram “Nagant” de fabricação Belga com munição à base de pólvora negra, desde os primeiros disparos o recinto se enchera de fumaça fazendo com que os assassinos disparassem a esmo sem ver seus alvos o que fez com que algumas das vítimas da barbárie no final do tiroteio, ainda estivessem vivas se contorcendo no chão banhado de sangue, fezes e urina.

Essas passaram a ser executadas com baionetas retiradas de fuzis dos guardas que faziam a segurança da casa.

Os corpos  convenientemente vestidos com uniformes russos e levados por um caminhão a uma floresta próxima, seriam posteriormente dissolvidos em ácido e queimados para que não restasse nenhum vestígio da covarde execução.

As quatro meninas, o garoto hemofílico de apenas quatorze anos, junto com quatro servidores leais, foram apenas algumas das vítimas de um sistema brutal e de poder que se instalava no país e que desde então até os dias de hoje, fez mais de cem milhões de vítimas ao redor do mundo em países que embarcaram na utopia de Lenin, Marx, Trotski e Stalin.

Como disse no princípio, não tenho nenhum rei ou rainha de estimação, mas apenas citei esse fato histórico para mostrar como a esquerda resolve seus problemas políticos.

As vítimas não tiveram nem o direito a uma execução decente.

O que chamo de método Romanov e descrevi acima é o ”modus operandi” da esquerda, visto aqui em um de seus momentos icônicos e utilizado até hoje.

Que sirva de lição aos nossos governantes que estão deixando a ignorância correr solta em nosso país, onde verdadeiros escroques ditam leis e ameaçam inocentes de prisão.

Nossas instituições que deveriam ser independentes, estão  sendo invadidas por um poder que se diz supremo e que não emana do povo.

Os conservadores com seus pudores e respeito às instituições, estão como os Romanov, sendo cozidos já a um ano e meio em banho maria, logo estaremos sendo levados ao porão para o abate.

A ignorância e brutalidade somente respeitam a força bruta.

Quando as palavras caem no vazio e deixam de ser ouvidas, toca à pólvora dar o recado.

Cabe a nós tirar a “batina” e reagir à altura da ameaça enquanto é tempo.

Aguardamos suas ordens Sr. Presidente.

 

    

sábado, 26 de junho de 2021

 



Fato ou Ficção?

Por H. James Kutscka

 

- Fact or Fiction?

Diana Vreeland, poderosa editora chefe da Vogue e Harpeer´s Baazar de 1962 à 1971 e posteriormente consultora do The Costume Institute of the New York  Metropolitam Museum of Art ,recebeu de um repórter à queima roupa a pergunta acima relativa à sua vida particular e seus hiperbólicos arroubos criativos que rompiam com os cânones da moda à época.

Sua resposta: Faction!

Pessoas impares tem sem titubear respostas singulares e sui generis para perguntas desse tipo beirando a insolência, justamente por isso se destacam do rebanho.

Se o leitor ou leitora tiver calma e continuar lendo, logo irá entender porque comecei esse artigo citando tal fato.

Nessa última sexta-feira, personagens que ocupam cargos da mais alta importância em nosso país, mais uma vez nos envergonharam perante o mundo civilizado mostrando despudoradamente seu mau caráter, sua falta de educação e sua imperdoável ignorância da língua pátria.

O presidente dessa CPI da fumaça, um senador que já havia emitido vários palavrões durante os trabalhos, pede aos presentes ao circo: “vamos se acalmar”!

Outro dia uma das “excelências” soltou essa preciosidade: “o infectorologista”. (como bem se expressariam nossos irmãos d´´além mar, “bestial ó pá”!)

As barbaridades se sucedem, a última atração no picadeiro central são o deputado Luis Miranda e seu irmão o servidor público “escadinha” Luis Ricardo Miranda, que navegando na onda provocada por notícia (muito provavelmente plantada por eles mesmos) no jornal “O Estado de São Paulo” acusam o governo federal de fraude na compra das vacinas Covaxin da Índia.

“Pièce de résistence” da denúncia, um documento (obviamente fraudado) gera o delírio da bancada da China que permeia a CPI. mostrando que entre o laboratório produtor da vacina, Bharath  Biotech  e o comprador  (governo brasileiro), havia uma terceira empresa  intermediária  chamada Madison  Biotech  por onde ocorreria o desvio de dinheiro segundo a reportagem do “O Estado de São Paulo” com um “overprice” de 1000%.

Sobre Luis Miranda e seu passado comprometedor não vou me estender, peço a meus queridos leitores a gentileza de que procurem na Internet.

Sucede que essa Madison Biotech nada mais é que o braço internacional da Bharath Biotech em Singapura para operações internacionais.

O presidente da CPI chega a declarar do alto de seu conhecimento científico que: “a vacina da Índia foi considerada insalubre pela Anvisa”.

O “castrati” (parte da comissão) quase tem um orgasmo enquanto o relator sorri por trás da máscara.

Para quem não está à par das notícias internacionais tal declaração vem justo quando o “The New York Times” faz extensa e contundente matéria sobre a ineficácia da vacina chinesa.

Nos Estados Unidos o Senado está no encalço do dr. Anthony Fauci aparentemente o “chef de  cuisine” autor da “M” que foi servida ”à la carte” ao mundo de maneira organizada como em um banquete na Casa Branca .

Explico: além dessa CPI somente produzir fumaça para esconder verdades e livrar governadores e prefeitos corruptos de suas responsabilidades pelas mortes, está descaradamente trabalhando para a China.

Em qualquer país civilizado do mundo esses deputados e senadores envolvidos nessa narrativa imunda, seriam considerados (como os franceses e francesas que cooptaram com o invasor nazista atraídos pelo poder os primeiros e possivelmente pelo poder e pelos magníficos uniformes nazistas desenhados por Hugo Boss as segundas) colaboracionistas.

Todos traidores da pátria, e a pena para tal crime o fuzilamento, e como na China que tanto veneram, a família deve pagar pela bala utilizada no ato da execução.

Mas vamos voltar ao princípio desse artigo, a pergunta a fazer sobre tudo isso a nós mesmos seria: Fato ou ficção?

No meu caso particular eu responderia como Diana: Facção, uma facção criminosa, uma gangue formada por repórteres das mais diversas mídias e políticos colaboracionistas que foi criada ao longo dos últimos mais de trinta anos e não satisfeita em mentir a nível nacional o fazem atualmente até fora de nossas fronteiras, publicando matéria espúrias repletas de mentiras.

O presidente Bolsonaro já solicitou à Polícia Federal investigação sobre os irmãos Miranda, uma vez que do resto da “trupe” já tem a “capivara” toda.

Nos resta esperar que os culpados sejam punidos exemplarmente como o foram os franceses que “viraram a casaca”.   

Como na hora do Brasil, aqui vai o "Aviso aos Navegantes": 

- Deu ruim comunas!

sábado, 19 de junho de 2021







 

O ano que vivemos em perigo.


Por: H. James Kutscka.

 

Não amigos leitores, não estou falando de 2020, sim de 1965 na Indonésia e de um filme de Peter Weir, o grande diretor de cinema australiano que trouxe para as telas sucessos como: “A Sociedade dos Poetas Mortos “ ,“ O Mestre dos  Mares“  entre tantos outros.

No caso trata-se de, “The Year of living Dangerously”, filme   que retrata a queda de Sukarno vista pelos olhos de um repórter  australiano representado por Mel Gibson, enviado a Jacarta para cobrir os eventos e que tem como ajudante local um fotógrafo anão, Billy Kwan, vivido  na tela por Lind Hunt  (vencedora do Oscar  de ator coadjuvante em 1984) passando para trás nada menos que Glenn Close, Cher , Amy Irving  e Alfre Woodard.

No “casting” estão também Sigourney Weaver e Michael Murphy.

Se você caro leitor ou leitora não o viu, vale a pena procurar e assistir, mas como não estou aqui para escrever crítica cinematográfica, somente estou citando o filme porque nele uma cena me chamou especial atenção e tem tudo a ver com o atual momento.

Na noite anterior à queda do ditador, Mel Gibson o repórter é levado por Billy Kwan o fotógrafo, para uma favela na periferia de Jacarta para assistir uma diversão local o “Teatro das Sombras” e assim poder entender melhor o que se passa na Indonésia e o espirito de seu povo.

Sobre um lençol estendido em um varal, a história trágica de um amor impossível entre um príncipe e uma princesa é representada por bonecos de madeira movidos por titereiros.

Embora os bonecos sejam ricamente trabalhados em cores vibrantes e suas vestimentas sejam, tudo que é dado à plateia ver são suas sombras projetadas pela luz de uma fogueira armada estrategicamente  a alguma distância por trás do lençol, enquanto uma voz através de um alto falante vai narrando a história.

O repórter fica curioso sobre o fato de os bonecos serem tão ricamente trabalhados se só o que o público vai ver são sombras.

A resposta de Billy Kwan é: Isso mostra a toda essa gente que o destino não distingue classe social, para ele (o destino) todos somos apenas sombras que desaparecem perdidas na escuridão quando a luz se apaga, e eu complemento: é assim “maktub” (palavra árabe que significa “já estava escrito”) e você “sífu” com seu terno Armani ou seu vestido Versace, igualzinho àqueles pobres coitados vestidos com andrajos que seu olhar seletivamente deletava da paisagem. Alguns anos mais tarde encontrei  e comprei os bonecos do teatro das sombras com sua rica roupagem e beleza que hoje me recordam de que aparência e luxo servem apenas para decoração.

Isso nos trás ao momento atual na Pátria amada idolatrada, “selva! selva!”

Aqui, como diz um querido amigo, temos o teatro do “João Minhoca” mais ou menos equivalente ao teatro de sombras da Indonésia e o povo se comporta como as crianças que mesmerizadas pelo espetáculo, em um momento gritam para a vovozinha que o lobo mau está atrás dela, e no momento seguinte felizes e exultantes aplaudem porque ela se vira e bate no lobo, sem lembrar que tanto a vovó quanto o lobo são movidos pelas mãos de um mesmo homem escondido atrás do palquinho”.

Na atual “fraudêmia”, assim como na CPI que diz investiga-la, na negociata das vacinas e no Supremo com suas interpretações esdrùxulas da Constituição, não importando  cargo ou roupagem dos protagonistas, como no “teatro do Joâo Minhoca” a população enfeitiçada pela atuação dos bonecos esquece de ver quem está por trás do espetáculo, não apenas no Brasil, mas no mundo.

Então até como serviço de utilidade pública, aqui vão alguns dos nomes das fábricas de bonecos e de alguns titereiros para quem quiser investigar, (o Google está aí para isso): Clube Bilderberg,  Chattham  House, Instituto Tavistok,  The Fabian Society, (que no seu brasão traz a sugestiva figura de um lobo  coberto por uma pele de cordeiro) e eventualmente alguns outros grupos de “benfeitores da humanidade” que esse escriba ainda  desconhece, já os titereiros são mais conhecidos: Bill Gates, George Soros, família Rothschild, Jeff Bezos, Zuckerberg, Jack Dorsey (só para citar alguns dos menos discretos), que contam com vassalos como Anthony  Fauci  “cientista”  diretor do US National Institute of Allergy and Infectious, ícone  e carro chefe mundial do “fique em casa” entre outras imbecilidades, Tedros Adhanom  Ghebreysus  presidente da OMS,  responsável pela manutenção do nível de pânico estabelecido em escala planetária e muitos outros  que se confundem nas sombras criadas pela mídia.

No Brasil o “puppet master”, (mestre titereiro inventor do “nove dedos”, mas que rouba como se tivesse os dez) mora em São Paulo, no bairro de Higienópolis (oh ironia!) e atende pelo apelido carinhoso de Fernando Henrique Seboso.

Nos consola que como no teatro das sombras, o destino não liga para cargos, contas bancárias ou vestimentas caras, e que como no caso de Sukarno o “destino” fará seu trabalho.

Ele atende pelo nome de: Povo Indignado!

Como em 1965 na Indonésia estamos vivendo em perigo.

sábado, 12 de junho de 2021







Tapophônia

 

Por H. James Kutscka

 

Por ocasião do alvissareiro tapa desferido por um popular anônimo na cara do prepotente presidente “caga regras” Emmanuel Macron que em um momento de desatino e loucura populista, resolveu encarnar um Bolsonaro e correr para os braços do povo.

Me ocorreu a criação de um evento mundial mais ou menos como o “USA for África”, no qual a música” We are the World” cantada pelos mais famosos artistas da época ganhou corações e mentes ao redor do planeta.

A “Tapophônia pela vergonha”, a palavra que inventei, tem sua raiz na palavra grega Sinfonia (que significa todos os sons) somente que no caso presente, significaria todos os sons desde que produzidos por tapas desferidos nas bochechas gordas ou magras (para termos graves e agudos) de corruptos pelo mundo afora por populares indignados.

O primeiro acorde dessa “Tapophônia pela Vergonha” foi gravado na França, e para meu entendimento respondeu ao “Koan” (pergunta sem sentido proposta pelo mestre Zen Budista para estimular o discípulo à meditação): Qual o som de uma só mão batendo palma?

Resposta: O som dos tapas aplicados pelo povo na cara dos políticos canalhas.

E já que estamos falando em tapas na cara que soam como música para nossos ouvidos aí vai um exemplo com tapa e música onde o resultado acabou rendendo um Oscar para o ator.

A eficácia do tratamento pode ser verificada no filme Whiplash (Em Busca Da Perfeição) onde o ator JK Simmons (ganhador do Oscar de melhor ator coadjuvante em 2015 pelo papel) como um exigente professor do Conservatório Musical de Shaffer (o melhor de New York)  aplica alguns tapas na cara de  Andrew Newman ( ator que personifica um estudante de bateria) por esse  não estar à altura do que o conservatório  esperava para um baterista na execução da peça de Jazz “Caravan”  de  Juan Tizol e Duke Ellington.

O corretivo aplicado resulta em uma das melhores performances de “Caravan” que esse escriba já ouviu.

Se você duvida de mim, consiga a trilha musical do filme e preste atenção especificamente na bateria.

A lição aprendida é que: a eficiência, o desempenho, a produtividade e a performance são resultado da disciplina e essa às vezes pode ser conseguida “afinando“ o indivíduo  como se faz com um instrumento, só que esse com uns bons tapas.

Como no “Koan” me pergunto qual seria o som de um bom tapa na cara do “Beiçola”?

Talvez o mesmo som de uma bofetada em um saco de estrume.

E o som de um bom tabefe na cara do “amigo do amigo de meu pai”? talvez o de um tambor feito com pele de porco.

Na cara do “calça justa”, com certeza o som agudo de uma cuica.

Na ala internacional para começar por perto, uma chapuletada na cara de Albertito, que desceu do navio vindo da Europa na pátria de “los Hermanos”. Esse soaria como um bufete num corte de carne de terceira.

Na cara da Merkel seria talvez o mesmo som de uma “bolachada” (desculpem a redundância), em um pacote de “craquelets”, (em francês porque vocês já sabem...)  bolachas de água e sal.

Na do Biden, o som que esperaríamos proveniente de um pescoção dado em e um pacote de fraldas geriátricas.

Que linda “tapophônia” ouviríamos se o povo cansado de ser insultado, como no antigo desafio para um duelo entre cavalheiros, onde o ofendido dava com a luva na cara do ofensor o fizéssemos, como na França de Macron, sem a luva.

Essa alegre e quase inofensiva ação (fisicamente falando), teria no entanto um efeito devastador na autoestima  do atingido e talvez isso começasse a mudar as coisas. O que soaria como música para nossos ouvidos cansados de ouvir asnices.

Proponho por fim, que o segundo acorde seja ouvido proveniente do Brasil, temos por aqui muitos candidatos a um bom tabefe em público.  

Podíamos começar afinando os senadores da CPI que estão desafinados com a nação, afinando todos de uma só vez com tapas múltiplos como na inesquecível cena do filme “ Amici Miei” ( Caros Amigos ) na estação de trem , onde Ugo Tognazzi , Gastone Moschin, Phillipe Noiret e Adolfo Celi se postam estratégicamente em uma gare na Itália, com o braço estendido e a mão espalmada na altura das janelas de um trem que parte, como se abanassem para alguém e vão esbofeteando os passageiros que com as cabeças para fora da janela se despendem das pessoas na estação em uma sequência hilária.    

Uma “motociata” com muito mais de cem mil motociclistas pela liberdade em apoio ao nosso presidente realizada nesse sábado nos garante.

Chora”MIcron”!


sábado, 5 de junho de 2021

 



Mr. Wong

Por H. James Kutscka 

 

Todo mundo conhece, e se não conhece deveria conhecer o personagem (assim mesmo, no singular, pois trata-se da mesma pessoa) Dr. Henry Jekyll e o senhor Edward Hyde, conhecidos de maneira mais popular por Dr. Jekyll e Mr . Hyde, do primeiro livro a ter um personagem com dupla personalidade, fenômeno nomeado mais tarde na psiquiatria como TDC (transtorno dissociativo de caráter).

Era 1886 e Robert Louis Stevenson, que já em 1883 havia encantado o mundo das letras com “A Ilha do Tesouro”, lançava um romance gótico que poderia ser considerado (utilizando-me de uma expressão atual um “blockbuster”), “O Estranho Caso de Dr. Jekyll e Mr. Hyde” popularmente conhecido como “O Médico e o Monstro”

O sucesso foi tal que em 1920 o livro virou filme (ainda mudo) dirigido por John S. Robertson com John Barrymore no papel principal.

A história não perdeu seu encanto e em 1941 voltou às telas em uma superprodução com Spencer Tracy, Ingrid Bergman e Lana Turner dirigidos por Victor Fleming, o mesmo diretor que um ano antes havia ganhado o Oscar pela direção de “Gone With the Wind”.  

O tema do transtorno dissociativo de caráter volta a ser explorado no cinema em 1957 no filme “As Três Faces de Eva” baseado no romance do mesmo nome de Corbeth H. Thigpen  e  Hervey M. Cleckley (esses sim duas pessoas diferentes)  então com Joanne Woodward  interpretando  as três personalidades: Eve White, Eve Black e Jane (sem comentários sobre os nomes  da personagem para evitar as patrulhas racistas).

Tudo isso para chegar a nosso Mário Quintana, poeta preferido de meu pai e um poema seu: “O Estranho Caso   de Mr. Wong”, nele Quintana descreve um médico altruísta, Dr. Jekill, Mr. Hyde um “desrecalcado” e uma terceira personalidade: um chinês, Mr Wong, todos habitando o mesmo corpo.  O poeta os coloca em um camarote de teatro onde Dr. Jekill compenetrado presta atenção no que é encenado no palco, Mr Hyde arrisca um olho no decote da senhora vizinha, enquanto Mr Wong completamente alienado ao que se passa ao redor encontra-se ocupado contando carecas na plateia.

Os fatos das últimas semanas, onde beócios ofendem com sua obtusidade e prepotência médicas consagradas em uma CPI digna de teatro mambembe, tentando impingir a culpa  das mortes pela praga chinesa ao nosso presidente sem que haja uma resposta à altura  por parte das autoridades ou mesmo da população de bem (com a honrosa  exceção da Associação Médica Brasileira que pediu para ser ouvida na CPI e do Simers “Sindicato Médico do Rio Grande do Sul”, que emitiu uma nota de repúdio pelo tratamento dispensado pelos “inquisidores” à Dra, Nise), me leva a crer  que a maioria de nossa população leva dentro de si como um parasita intra celular obrigatório (a maneira de dizer aquela palavra, começada com “V” que não deve ser escrita para evitar ser proscrito das redes) um Mr. Wong personalidade que independente da coincidência oriental do momento, parece  estar presente há muito tempo no inconsciente de nosso povo e que no momento esta preocupado com algo mais importante: como quantas pessoas estavam sem máscara ao redor do presidente no último evento para informar  aos repórteres .

Ninguém se levanta para citar não o número de mortos, mas os milhões que foram salvos graças ao tratamento precoce, ou a espetacular recuperação da economia que cresceu acima dos quatro por cento, mesmo diante do saque feito aos cofres federais para prefeitos e governadores combaterem a “fraudêmia”.

Os milhões de Mr. Wongs entram no armário e vão para Nárnia, enquanto os Hyde incorporando Torquemada no auge do seu estrelato na Inquisição espanhola, prepara a fogueira para Dra. Nise Yamaguchi e Dra. Mayra Pinheiro (cujo único erro foi haver aceitado o cargo de Secretária do Ministério da Saúde) duas médicas que ousaram desafiar a narrativa conveniente aos Hyde, que no momento são a personalidade dominante do transtorno dissociativo de caráter que abrange a política brasileira.

Estamos juntos no teatro de Quintana assistindo ao vivo uma encenação de “Os Médicos e os Monstros” com a participação especialíssima do Mr. Wong que habita os labirintos do cérebro da maioria dos brasileiros com direito a transmissão por televisão.

Enquanto escrevia este artigo perdi a noção do tempo.

Lá fora a noite “caiu” sem emitir nenhum ai.

Olho para meu pulso esquerdo para ver as horas e lá está o velho relógio Ômega sem luxo, mas honesto em seu dever de marcar as horas, comprado por meu pai na Suíça. Seu coração batendo perfeitamente em sincronia com cada segundo invisível que passa, sobreviveu a meu pai e muito provavelmente sobreviverá a mim (os ladrões só gostam de Rolex), como na poesia de Quintana, o que encantava meu pai, era a simplicidade muitas vezes intrincada em seu interior que dispensa adornos exteriores.

Ficará talvez para meu filho que o esquecerá em uma gaveta para a eternidade, já que jovens não usam mais relógios, os telefones de hoje fazem tudo. Penso que seria importante alguém desenvolver um aplicativo para falarmos com o além.

Seria muito bom para matar a saudade de meus queridos velhos e pedir-lhes alguns conselhos, também para falar com amigos que se foram sem a delicadeza de se despedir. dos quais sinto falta para discutir o bizarro espetáculo que estamos sendo obrigados a assistir pela inanição de quem deveria ter posto um fim na paródia já há muito tempo.

Por último, um conselho de Mr. Wong o contador de carecas: Sentindo-se mal procure um jornalista ou político, eles entendem tudo de medicina, esqueça os médicos, eles são bons mesmo é para espalhar fofocas, para defender nossa democracia e a lei conte sempre com a sabedoria e justiça dos “Iluministros” do Supremo e com os Generais estrelados que se rebelam contra decisões do Chefe Supremo das Forças Armadas.        

Como com propriedade diria Asterix: - Não temos nada a temer a não ser que o céu nos caia sobre a cabeça, o que “pelo andar da carruagem” pode até vir a acontecer.